quando o meu pai me bate, é tipo paixão, eu coro, e saio pa rua quando chove pa fingir que nao choro, eu nao demoro, a largar o rap se esta merda nao bate, e tambem vou largar a vida, se o coração nao bate, eu vivo num passeio pisarem me é habitual, eo meu unico receio, é que a vida nao acabe mal, tu falas bem, eu sangro dos ouvidos isso é natural, nodoas negras no teu corpo, iah eu bato mal, prop’s pos meus manos, mãos que ajudam já são escassaz, e palmadas nas costas ,sempre trosseram facas, mentiras nos ouvidos, tipo um oceano de magoas, mas eu sou bom nadador, sempre tive as costas largas, agarrado ao alcool, olheiras na fronha, como a lagrima de uma mae quando o filho nao é o que ela sonha, desde adulto até puto, refugiado me sobra, levar com os tiros no escuro, porque eu vivo na sombra, nao me queixo da vida, nem culpo ninguem, o pouco que faço é o que tenho, eo meu mal é o teu bem, meu bem boca a boca salvei te com o meu ultimo sopro, mas nao cai bem tu seres vaca quando eu nao sou porco, e se eu sou tonto? sim na verdade nao minto, so consigo equilibrar a vida com uma garrafa de vinho tinto, a tentar contar nos dedos os goles de absinto, ea fugirem me das mãos as vezes que te abres sinto que a sinceridade só a cheguei a ouvir de frente, quando eu tinha o coração frio e tu a cabeça quente, e ja caguei no presente, porque na verdade eu julgo, é melhor relembrar o passado, se só precinto merda no futuro, miuda tu gritas me aos ouvidos mas ela que ralhe vá, só me vejo …
JD – Pés no chão
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